terça-feira, 28 de maio de 2019

Satanás pode ouvir nossos pensamentos?

Satanás pode ouvir o que nós dizemos e conhece os nossos pensamentos? Deveríamos evitar orar em voz alta porque Satanás poderia nos ouvir?
 
Não há nada na Bíblia que indique que Satanás é onisciente. Não há nenhum versículo que diga que ele sabe tudo ou que ele pode ler nossos pensamentos. Mas ele é perito em predizer o comportamento humano porque ele o viu em operação por tanto tempo. Ele pode antecipar o que você fará em uma determinada situação sem conhecer seus pensamentos por causa do conhecimento que ele tem da humanidade e porque ele tem uma mente sobrenatural.
Mas em termos de ser onisciente e poder ler seus pensamentos (como Deus pode fazer), a Bíblia não apóia essa idéia de forma alguma. Ela nunca nos diz que anjos são oniscientes. E se um anjo santo não é onisciente, um caído também não é. Portanto, Satanás não pode ler nossos pensamentos, mesmo que ele seja bom em predizer o comportamento humano porque ele já viu tanto dele.
"E se um anjo santo não é onisciente, um caído também não é."
Eu falei em uma conferência em Iowa sobre este problema. Pessoas estavam perguntando coisas como "Como você lida com demônios?" e "Precisamos de exorcismo para nos livrarmos de demônios?" Bem, há muitas pessoas hoje que dizem que sim. Eu li um livro sobre libertação, certa vez, no qual o autor descreveu um médico que foi supostamente libertado do demônio do gotejamento pós-nasal1. E nessa abordagem, sempre que você pensa que tem um demônio, há uma certa fórmula mágica que você diz ou você anda de uma lado para o outro ou "clama o sangue"2 - seja lá o que for que essa frase signifique, já que não vem da Bíblia. O sangue já foi clamado em seu favor na hora da sua salvação e isso resolve a questão.
Há pessoas que defendem pequenas fórmulas e práticas do tipo sessão-espírita com uma conotação cristã, reivindicando que podem expulsar demônios e assim por diante. Mas quando você vai para a Bíblia, percebe que lidar com o diabo é realmente tão simples quanto ir a Efésios 6 e vestir a armadura de Deus. Veja que, em Efésios 6, diz assim: " a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades", certo? Nós estamos lutando contra demônios e contra Satanás.
"O que ele diz é: "Vista a armadura de Deus" e aquilo de que aquela armadura realmente consiste é a justiça."
Mas o que fazemos com isso? O melhor lugar para descobrir é ler ali mesmo naquele capítulo, não é? Note que ele não diz: "Vá tratar de exorcizar seus demônios com um exorcismo cristão". Nem diz: "Vá arrumar alguém para expulsar seu demônio". O que ele diz é: "Vista a armadura de Deus" e aquilo de que aquela armadura realmente consiste é a justiça. O coração dela é "a couraça da justiça". A chave, então, é viver uma vida íntegra, cheia do Espírito e confiar no poder soberano de Deus.
Portanto, não há nada na Bíblia que diga que Satanás pode ler nossos pensamentos. Certamente demônios podem ouvir o que dizemos. Eles podem entender o que nós dizemos. E, como eu disse antes, eles são muito bons em predizer as respostas comuns do homem porque eles praticam isso há muito tempo.
Mas não se preocupe com isso! Uma senhora me disse uma vez: "Nós sussurramos", porque ela tinha medo de que demônios ouvissem as orações dela. Minha resposta foi: "Bem, isso é tolo!". Você pode ir confiantemente diante do trono da graça. No Antigo Testamento, não diz: "E Davi sussurrou ao Senhor"; o que diz é: "E Davi disse ao Senhor" - e ele pôs para fora o que tinha para dizer. Você nunca ouviu falar de qualquer momento no ensino do apóstolo Paulo sobre oração em que ele diz: "Não fale alto". Quando ele desejava orar, ele simplesmente orava e não se preocupava se Satanás o ouvia porque ele estava vivendo de tal modo que Satanás não podia fazer nada a respeito de qualquer forma. Essa é a questão.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

CCB ALÉM DO VÉU

 ALÉM DO VÉU (Mateus 27.50-53)


1. Além do véu da tristeza, a alegria
- Salmo 30.5

2. Além do véu da dor, a cura
- Salmo 30.2

3. Além do véu da vergonha, a honra
- Lucas 15.20-24

4. Além do véu do desprezo, a exaltação
- I Samuel 1.6-20

5. Além do véu do pecado, a santificação,
- Isaías 6.1-8

6. Além do véu do fracasso, a conquista

- I Samuel 17.42-51

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CCB Quem precisa de igreja?

Grupos independentes de cristãos se multiplicam pelo país, mas sofrem duras críticas. É possível servir a Cristo e cultuá-lo longe das quatro paredes dos templos evangélicos? Para uma classe diferentes de cristãos que vem crescendo a cada dia, a resposta é “sim”. Segundo o Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 1,1 milhão de brasileiros se declararam evangélicos sem vínculo institucional. Boa parte desse contingente se declara desiludida com as instituições religiosas, pastores e líderes, e resolveu formar um grupo de cristãos que realizam reuniões nos lares, sem vínculos com igrejas. A filosofia desses grupos se baseia na formação do cristianismo e da igreja primitiva como relatado em Atos 2:44-46. Na maioria dos cultos celebrados nas casas, existe tudo o que há em uma igreja tradicional, como a Ceia, o ofertório com dízimos e ofertas, cânticos espirituais etc. Variando um pouco de lugar para lugar, eles procuram dar ênfase aos relacionamentos interpessoais, na comunhão entre os irmãos, no discipulado. Para o pastor Edgard Bravo Nogueira, que lidera vários grupos com essa filosofia no Estado do Rio de Janeiro, em Jundiaí (SP), Belo Horizonte (MG), São Luís (MA) e na Hungria, a ordem de Jesus foi fazer discípulos em todas as nações, e o ambiente doméstico é apropriado para isso. “Não dá para fazer discípulo no meio das multidões”, afirma o pastor, que há 25 anos trabalha na fundação e restauração de “igrejas” (grupos que se reúnem em casas). “Temos normalmente uma reunião geral uma vez por mês em uma escola, um galpão, um salão de festas ou mesmo na praça pública. Nessa questão, somos bastante flexíveis porque a ênfase não é a casa, mais a igreja, que somos nós”, explica. Segundo Nogueira, é um erro de interpretação acreditar que todos os cristãos da igreja primitiva iam aos templos (Atos 2:46), dada a limitação do espaço físico. “Era impossível caber 3 mil pessoas. Eles se reuniam em praça pública, em frente ao templo”, argumenta. O pastor cita os versículos 42 a 47 do segundo capítulo de Atos para descrever o ideal que seu grupo almeja conquistar. “A igreja primitiva vivia dessa forma e procuramos viver o máximo possível assim, ainda que admita que estejamos muito longe do alvo. Mas observe que tudo começava com estudo, comunhão, partir do pão e orações. Procuramos dar ênfase a esse início de vivência registrado em Atos.” Um dos frutos desse trabalho é o empresário , que há cinco anos freqüenta as reuniões com sua esposa e a família dela. se converteu aos dezesseis anos, na Primeira Igreja Batista em Pavuna, zona norte do Rio de Janeiro, mas aos poucos foi percebendo que aquele não era o modelo de igreja do qual queria fazer parte. “Nesse grupo, vivo realmente o que devemos ser: igreja. Quando vi na Palavra o que realmente é a igreja, decidi sair. Não foi por convencimento de ninguém, e sim pelo do Espírito Santo”, afirma EX MEMBRO . Ele alerta o cristão a olhar mais para o próximo do que para prédios confortáveis para cultuar a Deus. “Creio que, quando a igreja do senhor entender o que realmente é ser igreja de Jesus e deixar de se preocupar com belos templos, e sim com o templo principal, que somos nós, em muito o Evangelho no Brasil e no mundo irá fazer a diferença.” Inconformados Esse inconformismo também motivou o administrador de empresas . Há cinco anos, ele saiu da igreja que freqüentava, em Goiânia (GO), para viver outro tipo de cristianismo. “Em cada palavra do sermão, via muito egocentrismo e Jesus relegado a segundo, terceiro plano ou lugar nenhum. Moças dançando, instrumentistas dando os seus shows, muito teatro e representações humanas bonitas e suntuosas, porém tudo aquilo me fazia mal”, conta o administrador, que resolveu conversar com o pastor sobre o assunto. “Comuniquei que estava saindo por causa de uma revelação ou releitura bíblica. Demos as mãos e nos despedimos em paz. Minha família não entendia, mas, mesmo assim, saí.” rebate os críticos que usam o texto de Hebreus 10:25 (“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns”) para condenar essa prática. “Esse é um versículo que, como uma arma, é disparado instantaneamente contra aqueles que não têm seus nomes em alguma organização institucionalizada”, argumenta. “Mas será que essa bala detona o conceito de que não há modelos organizacionais hierárquicos no Novo Testamento que se assemelhe aos atuais? Na época em que o livro de Hebreus foi escrito, por volta de 64 d.C., as congregações ou reuniões eram feitas nas igrejas domésticas ou casas particulares.” Assim como , o consultor   ainda não se adaptou a um grupo específico de cristãos sem igreja. Ele e sua família vão à residência de irmãos que realizam cultos em casa, mas não há ainda uma organização bem definida. “Caminhamos com vários irmãos de outros ministérios que têm igreja em casa, mas não existe nenhum compromisso entre nós a não ser do respeito e amor fraternal. Temos reuniões aos domingos, quando normalmente compartilhamos alguns trechos da Bíblia com ênfase na graça de Jesus, cantamos e oramos. Tudo muito simples e informal. Não tiramos dízimos ou ofertas, a não ser quando sabemos que alguém está com dificuldade. Aí nos reunimos e cada um contribui com o que pode para ajudar o necessitado”, explica R, que mora em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Em 2003, ele deixou uma igreja neopentecostal, onde era líder da juventude, por discordar da linha teológica. “Eu era fortemente contrário à visão daquela igreja, baseada no G12. Alguns que andavam comigo saíram também, e a partir daí começamos a nos reunir em casas. Tudo isso nos fortaleceu a consciência de buscarmos um caminho que fosse diferente do que eu, minha família e aqueles irmãos tínhamos trilhado por anos a fio”, revela. De norte a sul do país, grupos de cristãos sem igreja se formam com pessoas inconformadas e revoltadas com os rumos que as denominações evangélicas estão tomando. Frieza e mercantilismo são algumas das reclamações desses novos “cristãos primitivos”. Até mesmo uma TV na internet foi criada para ser veículo da voz dos inconformados. A i-TV (TV dos Inconformados) prega o cristianismo aos “sem igreja”. A idéia partiu do professor de História do Cristianismo Leandro Villela de Azevedo, que pertencia a uma Igreja do Evangelho Quandrangular que fechou. “Após uma noite em claro em oração, angustiado pela situação da igreja, recebi a idéia da i-TV praticamente pronta em minha mente, e acredito que isso veio de Deus”, relata o professor, que está fazendo doutorado na USP sobre a pré-Reforma. Ele acredita que esse movimento é uma tendência mundial. “Somos um grupo de cristãos que, por algum motivo, se decepcionaram com as instituições religiosas. Alguns foram expulsos, outros saíram porque quiseram, mas ainda são cristãos verdadeiros”, declara o professor que, com a esposa e a família dela, faz parte de um grupo que se reúne na capital paulista. Reconciliação Diante de todo esse movimento para fora dos templos, há quem queira evangelizar os grupos de cristãos sem igreja e trazê-los de volta às quatro paredes dos templos evangélicos. O pastor H coordena o ministério Aliança com Deus, que se especializou em convencer cristãos sem igreja a se reconciliar com a instituição. “O trabalho surgiu porque percebemos que muitas denominações se preocupam somente em conquistar novos crentes e, infelizmente, têm falhado em manter os que já congregam”, explica o pastor. Barbosa também passou um período sem congregação. “Fui pastor de uma grande denominação, mas quando descobri toda a podridão que estava por trás daquilo, quase abandonei o Evangelho. Durante muito tempo, busquei a Deus só em minha casa e criticava qualquer denominação, até o dia em que percebi que, ao invés de somente criticar, devemos lutar para mudar sem nos acomodar.” O ministério usa como estratégia a própria filosofia do grupo dos sem igreja. “Pregamos um evangelho que não depende do dinheiro da pessoa ou de quão santa ela deve ser para alcançar as bênçãos gratuitas de Deus. Esse evangelho é o que atrai os cristãos sem igreja, pois é o evangelho que eles sempre procuraram e não acharam nos lugares onde congregavam — o evangelho do amor, do perdão, da compaixão e da simplicidade.” Pastores denominacionais, no entanto, discordam frontalmente dessa teoria. Para , presidente da Primeira Igreja Batista do Recife (PE), a igreja é uma invenção de Jesus Cristo e, portanto, não existe cristão sem ela. “Isso é uma tremenda heresia! A igreja é o Corpo de Cristo atuante no mundo (ICo 12:12-30), e nós somos membros desse corpo. O membro não pode ficar fora do corpo, ele morre. A igreja é a família de Deus para receber, restaurar, celebrar, edificar, exercer os dons”, declara o pastor. Oliveira é firme quanto ao papel da igreja na salvação do mundo. “Foi isso o que aconteceu no Céu, com Lúcifer, e com Adão e Eva no Edén. Quiseram ser independentes. A igreja é o único e o último projeto de Deus para abençoar as nações sendo sal e luz. A única esperança do mundo está na igreja de Jesus Cristo. E ele virá buscá-la”, diz. O bispo Antônio Costa, presidente da Igreja de Nova Vida de Brasília (DF), concorda com o pastor . Segundo ele, não há vida fora do corpo. “Nós fazemos parte de um corpo, e um membro separado do corpo não tem vida, perece. Essa teoria defendida por eles contraria tudo aquilo que Jesus instituiu. Foi Jesus quem criou e organizou a igreja”, salienta. Nomadismo Apesar de compartilhar da mesma opinião que seus colegas, o pastor , da Primeira Igreja Congregacional Vale da Bênção, em Santa Cruz do Capibaribe (PE), faz algumas ressalvas. “De fato, todo cristão fiel pode adorar a Deus aonde quiser. O véu já se rasgou, o caminho já foi aberto pelo sangue de Jesus”, destaca o pastor, que faz menção à vida de Paulo como um cristão que tinha tudo para não estar ligado a igreja alguma e, no entanto, defendia a instituição. “Paulo foi um cristão que não precisou da igreja para se converter. Se existiu alguém que poderia defender a tese de que não precisamos de uma igreja local, seria o apóstolo. Porém, o próprio Paulo abriu, trabalhou e abençoou várias igrejas, sempre debaixo da consciência e da autoridade do colégio apostólico.” Para Costa Júnior, muitos abandonam os templos evangélicos por causa de problemas que tiveram dentro da igreja. “Se problemas fossem motivos para se abandonar os templos e viver um cristianismo hippie, então Paulo teria dito isso aos irmãos de Corinto. Apesar de tantos problemas na igreja local, o apóstolo Paulo nunca aconselhou ninguém a deixar a igreja para ser um cristão nômade pelas ruas de Jerusalém”, compara.

domingo, 26 de maio de 2019

Luigi Francescon Secret Bases wiki from www.secret-bases.co.uk

Louis Francescon

Louis Francescon (29 de março de 1866 - 7 de setembro de 1964) foi um missionário e pioneiro do movimento pentecostal italiano. Diversas denominações e associações pentecostais reconhecem-no como seu pioneiro, incluindo a Igreja Cristã da América do Norte (agora denominada International Fellowship of Christian Assemblies), a Assembléia Cristã na Argentina, as Assembléias de Deus na Itália, a Congregação Cristã nos Estados Unidos, e a Congregação Cristã do Brasil.
Luigi Franscescon
Nascido 29 de março de 1866
Cavasso Nuovo, Itália
Morreu o 7 de setembro de 1964 (envelhecido 98)
Oak Park, Illinois, Estados Unidos
Ocupação missionária e evangelista
Biografia

Vindo de uma família pobre, ele era filho de Pietro Francescon (nascido em 1830 em Cavasso Nuovo de Antonio Francescon e Elisabetta Zanussi) e Maria Lovisa (nascida em 1832 em Cavasso Nuovo de Osvaldo Lovisa e Angela Serena). Ele não completou o ensino médio. Francescon nasceu em Cavasso Nuovo, uma pequena aldeia na província de Pordenone, na Itália, e emigrou para os Estados Unidos em 1890, estabelecendo-se em Chicago. Ele se converteu a uma missão Waldensiana-Presbiteriana que mais tarde foi incorporada como a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana de Chicago. Em 1907, Francescon teve contato com a Missão do Evangelho Completo da Avenida Norte, pastoreava William Howard Durham e aceitou o pentecostalismo. Ele foi eleito um dos anciãos da Assemblea Cristiana, uma igreja evangélica independente italiana que abraçou o ensino pentecostal e se tornou a igreja-mãe do movimento pentecostal italiano.

Francescon fundou igrejas em Los Angeles, St. Louis e Filadélfia antes de partir em missões no exterior. Ele foi para a Argentina, Brasil e Europa. De seu trabalho emergiram várias denominações, como a Igreja Cristã da América do Norte e a Congregação Cristã do Brasil. No entanto, Francescon se opunha a organizar formalmente uma denominação e, eventualmente, deixou o CCNA. Algumas congregações do CCNA seguiram-no e tornaram-se conhecidas como as Congregações Cristãs. [1] Eles retêm muito da ênfase não-denominacional de Francescon. Na época de sua morte em 1964, ele estava servindo como ancião sênior da Igreja da Congregação Cristã em Chicago.

CCB e Surgimento do Pentecostalismo Italiano: Afetividade e Práticas de Adoração Estética

Introdução

O primeiro movimento pentecostal se expandiu entre aqueles que buscavam uma experiência religiosa mais dinâmica e vital. Para alguns, isto implicou a transição através de uma ou mais tradições pré-pentecostais. Os primeiros pentecostais italianos foram convertidos católicos romanos que fizeram a transição através de estágios de santidade protestantes e independentes antes de chegar ao movimento pentecostal. A motivação orientadora para o progresso de uma denominação para a seguinte foi a insatisfação com a ortodoxia convencional e a busca de uma espiritualidade intuitiva e afetiva.

Os americanos italianos encontraram no pentecostalismo um meio termo entre os excessos do formalismo e do sectarismo.
Este ensaio examina a formação espiritual dos primeiros pentecostais italianos. Primeiro, forneço uma visão geral da jornada religiosa dos pentecostais italianos, traçando seu progresso, desde o catolicismo romano e as igrejas denominacionais protestantes, até um contexto de santidade independente e, finalmente, ao movimento pentecostal. Em segundo lugar, examino a psicologia social que sustenta sua transformação espiritual. Em Visão dos Deserdados, Robert M. Anderson se referiu a essa dimensão como o desejo de “santidade revivalista”; a tentativa de superar a privação social e econômica através da intensificação da piedade religiosa e afetividade. [1] Terceiro, abordo a relação entre a experiência religiosa afetiva (ortopatia) e as práticas religiosas (ortopraxia). A experiência de crise do batismo do Espírito iniciou a renovação e a revitalização, sustentadas por meio de comunhão carismática e práticas estéticas. Em Fire from Heaven, Harvey Cox descreveu a teologia pentecostal italiana como sendo enraizada em uma espiritualidade primitiva, incluindo uma nova apreciação por imagens femininas e participação das mulheres na vida congregacional. Práticas estéticas eram transmitidas através de hinos, orações, gestos e literatura que caracterizavam o início do movimento pentecostal italiano.

Trajetória Religiosa dos Pentecostais Italianos

O movimento pentecostal italiano formou-se entre uma comunidade de imigrantes na primeira década do século XX. Os italianos entraram na América como católicos nominais e devotos. O crescente anticlericalismo e a desconfiança pelo catolicismo norte-americano, dominados naquela época pela Igreja irlandesa, forçaram muitos italianos a se desviarem de suas raízes étnico-religiosas. Alguns se aventuraram às igrejas protestantes. Os primeiros pentecostais italianos eram presbiterianos que se tornaram cristãos evangélicos da santidade. O movimento dos italianos para igrejas cada vez mais revivalistas fornece a estrutura conceitual para a compreensão da formação espiritual dos primeiros pentecostais italianos.

A criação da Missão Evangélica Italiana em Chicago na virada do século XX redefiniu a identidade étnico-religiosa italiana. Começando como uma comunidade de crentes de santidade independentes, esta congregação emergiu da vacuidade espiritual criada por uma Igreja Católica Americana negligente e as rígidas exigências do Protestantismo. Luigi Francescon e Pietro Ottolini assumiram as responsabilidades de liderança da Missão Evangélica. Francescon emigrou em 1890 e converteu-se entre um grupo de valdenses antes de fundar a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana de Chicago. Ottolini emigrou em 1891, convertido de Catho

Luigi Francescon Wikipédia

Luigi Francescon

Fonte: Wikipédia

Luigi Francescon (também grafa-se Louis Francescon desde sua naturalização como estadunidense) (Natural de Cavasso Nuovo, Província de Pordenone e nascido em 29 de março de 1866 — Oak Park, 7 de setembro de 1964) foi um religioso italiano, fundador da denominação evangélica Congregação Cristã no Brasil e da Assembleia Cristã na Argentina.

Biografia

Proveniente de família pobre, era filho de Pietro Francescon e Maria Lovisa, não chegou a concluir o segundo ano da escola elementar.
Aos quinze anos foi para a Hungria, ganhou a vida até os vinte anos com a arte de criar mosaicos, um oficio bastante valorizado na época.
Serviu ao exército durante aproximadamente três anos. Aportou na América na cidade de Chicago no dia 3 de março de 1890, onde foi recebido pelo seu irmão Osvaldo Francescon com qual havia estado pela ultima vez na Hungria.
Neste mesmo ano foi convertido por Michele Nardi, um evangelista adenominacional mas com comunhão com a Aliança Cristã & Missionária em 1891, e em 1892, junto dos irmãos de fé valdenses, fundaram a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana, onde Francescon exerceu o ministério de diácono.
Na Igreja Presbiteriana Italiana conheceu Rosina Balzano com quem se casou no ano de 1895, teve seis filhos.
No ano de 1901, Francescon passa a desempenhar o ministério de ancião da Primeira Igreja Presbiteriana Italiana, suas memórias citam uma experiência pessoal, em princípios de 1894 quando estava em Cincinnati, Ohio, por motivo de trabalho. Ajoelhado em seu quarto, lendo Colossenses 2.12 (da Bíblia), que trata do batismo por imersão, Francescon teria ouvido, segundo seu relato, uma voz que lhe disse duas vezes:
"Tu não obedeceste a este meu mandamento"; ao que teria respondido: "Senhor, jamais alguém me falou neste assunto". Sua carreira de fé mudou após esse acontecimento. A partir desta experiência Francescon passa a questionar a prática do batismo por aspersão.
Nove anos após a revelação do batismo por imersão, em 6 de setembro de 1903, por motivo de viagem do pastor Filippo Grilli, Francescon como ancião presidia a reunião e teve a oportunidade de falar com a igreja sobre tal batismo.
Nesta reunião Francescon fez o convite a igreja para assistir ao seu batismo por imersão, realizado em 7 de setembro de 1903, no Lake-front de Chicago, onde compareceram ao todo 25 membros da Igreja Presbiteriana Italiana, dos quais 18 entre eles Francescon, foram batizados por Giuseppe Beretta, que fora batizado na Igreja dos Irmãos.
Quando o pastor Filippo Grilli retornou, Francescon pediu para dirigir algumas palavras a igreja antes do sermão. Tendo permissão questionou a igreja sobre sua conduta durante a ausência do pastor, como nínguém testificou nada contra ele, novamente falou do batismo por imersão e em seguida apresentou sua demissão do cargo de ancião. Aqueles que foram batizados por Giuseppe Beretta acompanharam Francescon.
Assim iniciou-se naquele momento uma pequena comunidade evangélica livre, denominada Assembleia Cristã de Chicago, que realizava suas reuniões em residências.
Em janeiro de 1908, batizou nas águas cerca de 70 desses novos irmãos, alguns dos quais milagrosamente foram libertos de doenças crônicas e incuráveis, entre os quais um por nomeGiacomo Lombardi.
Em março do ano seguinte, Francescon e Lombardi, ambos casados e com seis filhos, abandonaram seus empregos e integraram-se à causa da fé. Em 4 de setembro, junto com Lucía Menna embarcaram de Chicago para Buenos Aires chegando na Argentina, em janeiro de 1910, fundaram a primeira denominação pentecostal da Argentina Assembléia Cristã na Argentina.
Da Argentina, seguiram até São Paulo, em 8 de março de 1910, onde permaneceram até 18 de abril, quando Lombardi retornou para Buenos Aires e Francescon seguiu para Santo Antônio da Platina, no Paraná, onde chegou dois dias depois. Durante sua estadia, onze pessoas aderiram à sua doutrina.
Por contrariar a fé tradicional da população local, Francescon não foi bem quisto e regressou para São Paulo, em 20 de junho. Chegando naquela cidade, cerca de 20 pessoas (na maioria presbiterianos, batistas e metodistas adotaram a nova doutrina divulgada por Francescon,deixando a Felippe Pavan como ancião da Congregação Cristã no Brasil e retornou aos Estados Unidos.
Veio 10 vezes ao Brasil até 1948. Em 1940, o movimento tinha 305 "casas de oração" e dez anos mais tarde 815.

BRASIL MAÇÔNICO

 BRASIL MAÇÔNICO



Brasil 
Um País voltado a Maçonaria Illuminati


" Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança. Salmos 33:12 "



Claro que à frase acima, não se aplica ao Brasil.

Um país onde suas dimensões são consideradas continentais, é o quinto maior em território, possui a maior reserva de água doce do mundo e tem o maior volume de água do planeta e ainda, possui a maior floresta do mundo, tendo a maior diversidade de víveres por metro quadrado, é um dos países onde há menos incidência de terremotos do mundo, não há atividades vulcânicas, e é um país onde há um dos maiores volumes de chuvas do mundo, sua diversidade cultural é uma das mais ricas do planeta, e a alta temperatura favorece e muito o cultivo agrícola e atividade pecuária, e possui um dos cinturões verdes mais ricos do mundo, onde diz que se tem as mulheres mais bonitas do mundo. O Brasil possui uma linha contínua de costa com mais de 8 mil quilômetros de extensão, uma das maiores do mundo.
E o maior país Católico do mundo e também é o país com o maior número de protestantes do ramo pentecostal do mundo, é o maior produtor de novelas do mundo e tem a 2º maior rede de televisão do planeta.
E o país que mais ganhou copas do mundo e tem o maior carnaval do planeta, também é um dos países que tem mais partidos políticos do mundo, etc.
Com tantos predicados, o Brasil era para ser um país de primeiro mundo, pois as incomensuráveis estatísticas que o Brasil possui, poucos países conseguem obter, e isso de uma forma totalmente natural, por exemplo, nosso país é um dos poucos países onde há imensa atividade eólica, e os números não param de enaltecer esse país que poderia ser o maior país do mundo!
Por outro lado, o satanismo toma conta do Brasil, e sendo assim a idolatria e ocultismo comandam todas as instituições do país, e vemos isso nas praças das grandes cidades, dando sinal de que há um grupo de pessoas que comandam tudo e todos e a população burrotizada e robotizada não tem noção do que se passa por trás dos bastidores.





CASTRO - PR







ANÁPOLIS GOIÁS 

 AÇAILÂNDIA - MA
CEMITÉRIO ANTIGO DA CIDADE DE CARUARU - PE

ESPIRITO SANTO

GOIÂNIA - GO





IGREJA CATÓLICA - CARUARU

ILHA DO GOVERNADOR - RJ


 ITAMBÉ - PE
CEARÁ MIRIM - RN

 MEDIANEIRA - PR

 RIO DAS CONTAS - BA



VARGINHA - MG


A 1³ Palavra da CCB 1907 Pastor Luigi Francesconi Chiesa Presbiteriana

Veja como nasceu o costume de incorporar espíritos imundos nos púlpitos da CCB   No Ano de 1907 , Época em que luigi francesconi era pastor ...